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SIPAT da FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas

domingo, 29 de agosto de 2010

 

 

 

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Em agosto o Cidadania no Ar participou da Semana de Segurança no Trabalho, da FIPE, em colaboração com o PRINUTHA – Projeto Integrado em Nutrição Humana Aplicada.  Várias palestras foram feitas, por alunos de nutrição e economia gerando uma interatividade entre os funcionários e conhecimentos úteis de saúde e finanças para a melhoria da Qualidade de vida.

Inicialmente, foi feita uma discussão do efeito da Propaganda sobre as crianças (video Criança a alma do negócio), enfatizando a importância do dialogo entre pais e filhos e a busca de atividades familiares saudáveis.

 

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Depois discutiu-se como cuidar melhor do orçamento domestico para se conseguir poupar e ter os recursos para uma vida saudável e com qualidade. Vejam mais fotos na “Galeria de fotos”.

Reunião com 100 jovens do CAMP Pinheiros 29/07/2010

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

 

 

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Apresentação do projeto “Cidadania no Ar” exibição do filme: Criança a Alma do negócio, Conversa sobre o que é ser cidadão. Funcionamento da Biblioteca Circulante Carolina Angrisani e distribuição de livros dos parceiros do projeto.

sábado, 17 de julho de 2010

 

ESTA É MOLLY

 

 

Ela é uma égua salpicada de cinza que foi abandonada pelos seus donos quando o furacão Katrina atingiu o sul da Louisiana.

Ela passou semanas perambulando solta antes de finalmente ter sido resgatada e levada a uma fazenda onde animais abandonados estavam aglomerados…
Enquanto esteve lá, ela foi atacada por um cão pitbull terrier e quase morreu. Sua pata direita dianteira mordida se infecionou, e seu veterinário buscou ajuda na LSU, mas a LSU estava sobrecarregada, e esta égua estava abandonada.
Você sabe como estas coisas são.
Mas após o cirurgião Rustin Moore encontrar Molly, ele mudou de idéia. Ele observou como a égua era cuidadosa ao se deitar em lados diferentes para não desenvolver feridas, e como ela deixava que as pessoas cuidassem dela.

Ela protegia sua pata machucada, mudando constantemente seu peso para não sobrecarregar a pata boa. Ela era um animal inteligente com uma grande ética de sobrevivência. 
Moore concordou em amputar sua pata abaixo do joelho, e construiram um membro artificial temporário.
Molly saiu caminhando da clínica e sua história realmente começa aqui.                          “Este era o cavalo certo com um dono certo” - Moore insiste. Molly foi uma paciente especial.

Ela era muito resistente, mas ao mesmo tempo doce, e tentava colaborar mesmo sentindo dor. 
Ela compreendia que estava em dificuldades.
Além do mais, conseguiu uma nova dona que realmente se dedicou a providenciar os cuidados diários necessários por toda a vida do animal.
A história de Molly tornou-se uma parábola de vida na Louisiana pós-Katrina….

Esta pequena égua ganhou peso e sua crina ganhou mãos que a penteasse. 
Um desenhista de prótese humana construiu sua perna.
O protético deu à Molly uma nova vida, diz Dra. Allison Barca, veterinária de Molly.
E ela pede ajuda. Ela estende sua pata amputada, e vem até você pedindo que coloque a prótese no lugar. Algumas vezes ela quer que a prótese seja retirada.

E algumas vezes, Molly se afasta da Dra. Barca
- Pode ser bem complicado quando você não consegue pegar um cavalo de três patas – ela diz rindo.
O mais importante de tudo – Molly tem um novo trabalho.
Kay a proprietária da fazenda de resgate começou a levar Molly a abrigos, hospitais, asilos e centros de reabilitação em qualquer lugar onde ela via que as pessoas precisavam de esperança.

Aonde Molly ia, ela mostrava às pessoas sua pata.
Ela inspirava as pessoas e se divertia fazendo isso.
- É óbvio que Molly tem um grande papel a desempenhar na vida – Moore disse. Ela sobreviveu ao furacão, já sobreviveu a um grave ferimento e agora está passando esperança para outras pessoas.
Dra. Barca concluiu: “Ela ainda não voltou ao normal, mas está melhorando cada vez mais… Para mim, ela é símbolo de força e coragem.”

Esta é a prótese mais recente de Molly. Mostra a face que toca o solo, onde uma carinha sorridente foi gravada… Aonde Molly for, ela deixa uma pegada de casco sorridente no chão.

As criaturas de Deus frequentemente refletem o temperamento que gostaríamos de ter.
                                                                   enviada por José Bueno, São Paulo – SP. 

 

 

O que fazer para proteger nossas crianças do consumismo?

quarta-feira, 31 de março de 2010

Clique aqui para ler o texto completo, comentários dos internautas e enviar opiniões e soluções!

Aprendendo com as crianças !

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Hoje em dia não são só as crianças que aprendem com os adultos. Elas também nos ensinam muitas coisas! Eis aqui os exemplos de seus ensinamentos:

O autor e conferencista Leo Buscaglia certa ocasião falou de um

concurso em que tinha sido convidado como

jurado. O objetivo era escolher a criança mais espirituosa.

Eis alguns dos vencedores:

Um garoto de 4 anos tinha um vizinho idoso ao lado, cuja esposa

havia falecido recentemente.

Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele, e simplesmente

sentou-se em seu colo.

Quando a mãe perguntou a ele o que havia dito ao velhinho,

ele respondeu:

- Nada. Só o ajudei a chorar.

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Os alunos da professora de primeira série Debbie Moon estavam

examinando uma foto de família.

Uma das crianças da foto tinha os cabelos de cor bem diferente dos

demais. Alguém logo sugeriu que essa criança tivesse sido adotada.

Logo uma menina falou:

Sei tudo sobre adoção, porque eu fui adotada.

Logo outro aluno perguntou-lhe

- O que significa “ser adotado”?

- Significa – disse a menina – que você cresceu no coração de sua mãe,

e não na barriga!

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Sempre que estou decepcionado com meu lugar na vida, eu paro e penso

no pequeno Jamie Scott.

Jamie estava disputando um papel na peça da escola. Sua mãe me disse

que tinha procurado preparar seu coração, mas ela temia que ele não

fosse escolhido.

No dia em que os papéis foram escolhidos, eu fui com ela para

buscá-lo na escola. Jamie

correu para a mãe, com os olhos brilhando de orgulho e emoção:

- Adivinha o que, mãe!

E disse aquelas palavras que continuariam a ser uma lição para mim:

- Eu fui escolhido para bater palmas e espalhar a alegria!

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Conta uma testemunha ocular de Nova York:

Num frio dia de Dezembro, alguns anos atrás, um rapazinho de

cerca de 10 anos, descalço, estava em pé em frente a uma loja de

sapatos, olhando a vitrine e tremendo de frio.

Uma senhora se aproximou do rapaz e disse:

- Você está com pensamento tão profundo, olhando essa vitrine!

- Eu estava pedindo a Deus para me dar um par de sapatos -

respondeu o garoto…

A senhora tomou-o pela mão, entrou na loja e pediu ao atendente

para dar meia duzia de pares de meias para o menino. 

Ela também perguntou se poderia conseguir-lhe uma bacia com água

e uma toalha. O balconista rapidamente atendeu-a e ela levou o

garoto para a parte detrás da loja e, tirando as luvas, se ajoelhou

e lavou seus pés pequenos e secou-os com a toalha.

Nesse meio tempo, o empregado havia trazido as meias. Calçando-as

nos pés do garoto, ela também comprou-lhe um par de sapatos.

Ela amarrou os outros pares de meias e entregou-lhe. 

Deu um tapinha carinhoso em sua cabeça e disse:

- Sem dúvida, vai ser mais confortável agora.

Como ela logo se virou para ir, o garoto segurou-lhe a mão,

olhou seu rosto diretamente, com lágrimas nos olhos e perguntou:

- Você é a mulher de Deus?

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

CICATRIZ

Um menino tinha uma cicatriz no rosto e as pessoas de seu colégio
não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado; na realidade,
quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa
devido a cicatriz ser muito feia. Então a turma se reuniu
com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz
não freqüentasse mais o colégio.
O professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio e que conversaria
com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula
e o primeiro a sair. Desta forma nenhum aluno veria o rosto
do menino, a não ser que olhasse para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria; sabia que os alunos
não olhariam mais para trás. Levada ao conhecimento do menino
a decisão, ele prontamente aceitou a imposição do colégio,
com uma condição: Que ele comparecesse na frente dos alunos em sala
de aula para dizer o porquê daquela CICATRIZ.
A turma concordou e, no dia, o menino entrou em sala, dirigiu-se
a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe, turma, eu entendo vocês; na realidade esta cicatriz é muito feia,
mas foi assim que eu a adquiri: Minha mãe era muito pobre e para
ajudar na alimentação de casa passava roupa para fora; eu tinha
por volta de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo. O menino continuou:
além de mim, havia mais 3 irmãozinhos: um de 4 anos, outro de 2 anos
e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.
Silêncio total em sala.
-... Foi aí que, não sei como, a nossa casa que era muito simples,
feita de madeira, começou a pegar fogo; minha mãe correu até o quarto
em que estávamos, pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu
outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça
e as paredes que eram de madeira pegavam fogo e estava muito quente...
Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para
ficar com eles até ela voltar, pois tinha que voltar para pegar minha
irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.
Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas
que estavam ali não a deixaram buscar minha irmãzinha.
Eu via minha mãe gritar: 'minha filhinha esta lá dentro!'
Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava,
mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...
Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo
e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe
que não saísse dali até eu voltar.
Saí entre as pessoas e quando perceberam, eu já tinha entrado na casa.
Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar
minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava.
Quando cheguei lá, ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...
Neste momento, vi caindo alguma coisa; então me joguei em cima dela
para protegê-la e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...
A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada; então
o menino continuou:
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa
que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha
irmãzinha, beija porque sabe que é marca de AMOR.
Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio
de CICATRIZES.
Não falo da CICATRIZ visível, mas da cicatriz que não se vê,
estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas,
seja com palavras ou nossas ações.
Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES
em suas mãos, seus pés e em sua cabeça. Essas cicatrizes eram nossas,
mas Ele pulou em cima da gente protegeu-nos e ficou com todas as nossas
CICATRIZES.. Essas também são marcas de AMOR.
(Autor desconhecido).         Enviada por Priscila Buccini

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

 

Projeto de lei

  Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em

Escolas públicas. Uma idéia muito boa do Senador Cristovam

Buarque.

Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo

político eleito (vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado

a colocar os filhos na escola pública. As conseqüências

seriam as melhores possíveis.. Quando os políticos se virem

obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do

ensino no país irá melhorar. E todos sabem das

implicações decorrentes do ensino público que temos

no Brasil. SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM.

 Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.

O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA

OPINIÃO PÚBLICA.

 Fernanda Gallucci

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

 

BIOMEDICINA por Lauriene Gama

Informação importante!
Como o Vírus  H1N1 Age

A Gripe A é uma doença respiratória causada pelo vírus H1N1, que é uma variação de
vírus causadores de gripe em porcos. Em seres humanos, ele se aloja nos pulmões,
desenvolvendo uma pneumonia viral.
Caso não haja os devidos cuidados, a infecção pode levar ao óbito, principalmente
pessoas com sistema imune enfraquecido, como é o caso de portadores de doenças
crônicas. Por ser um vírus novo, ainda não se tem certeza de como ele age, porém, a
nova gripe parece afetar gravemente também pessoas com sistema imune mais forte.

O principal risco associado à doença é uma inflamação severa dos pulmões, que pode
levar à insuficiência respiratória.

Prevenção

Algumas medidas básicas de higiene podem ser usadas para evitar o contágio e
proliferação da nova gripe. Hábitos como lavar bem as mãos, frequentemente, com água
e sabão; evitar tocar os olhos; boca e nariz após contato com superfícies e locais
públicos; não compartilhar objetos de uso pessoal; e cobrir a boca e o nariz com
lenço descartável ao tossir ou espirrar, são alguns deles.

Tentar permanecer em boa saúde geral também é importante. Repousar, evitar o
estresse, beber bastante líquidos e se alimentar bem ajudam na recuperação.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Olá “Cidadania”.

Sou estudante de Biomedicina e adorei a idéia do projeto Aprendendo juntos, eu posso colaborar com informações básicas de saúde e dúvidas sobre algum assunto relacionado ao tema, mas não posso me comprometer com horários fixos por não ter disponibilidade. Mas posso disponiobilizar informações relacionadas à saúde pública no site ou posso pesquisar sobre dúvidas.

Fica aí a minha sugestão.

Atenciosamente

Lauriene Gama

Rubem Alves

segunda-feira, 13 de julho de 2009

As diferenças entre um sábio e um cientista? São muitas e não posso dizer todas. Só algumas.
O sábio conhece com a boca, o cientista, com a cabeça. Aquilo que o sábio conhece tem sabor, é comida, conhecimento corporal. O corpo gosta. A palavra “sapio”, em latim, quer dizer “eu degusto”… O sábio é um cozinheiro que faz pratos saborosos com o que a vida oferece. O saber do sábio dá alegria, razões para viver. Já o que o cientista oferece não tem gosto, não mexe com o corpo, não dá razões para viver. O cientista retruca: “Não tem gosto, mas tem poder”… É verdade. O sábio ensina coisas do amor. O cientista, do poder.
Para o cientista, o silêncio é o espaço da ignorância. Nele não mora saber algum; é um vazio que nada diz. Para o sábio o silêncio é o tempo da escuta, quando se ouve uma melodia que faz chorar, como disse Fernando Pessoa num dos seus poemas. Roland Barthes, já velho, confessou que abandonara os saberes faláveis e se dedicava, no seu momento crepuscular, aos sabores inefáveis.
Outra diferença é que para ser cientista há de se estudar muito, enquanto para ser sábio não é preciso estudar. Um dos aforismos do Tao-Te-Ching diz o seguinte: “Na busca dos saberes, cada dia alguma coisa é acrescentada. Na busca da sabedoria, cada dia alguma coisa é abandonada”. O cientista soma. O sábio subtrai.

Riobaldo, ao que me consta, não tinha diploma. E, não obstante, era sábio. Vejam só o que ele disse: “O senhor mire e veja: o mais importante e bonito do mun¬do é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando…”
É só por causa dessa sabedoria que há educadores. A educação acontece enquanto as pessoas vão mudando, para que não deixem de mudar. Se as pessoas estivessem prontas não haveria lugar para a educação. O educador ajuda os outros a irem mudando no tempo.
Eu mesmo já mudei nem sei quantas vezes. As pessoas da minha geração são as que viveram mais tempo, não pelo número de anos contados pelos relógios e calendários, mas pela infinidade de mundos por que passamos num tempo tão curto. Nos meus 74 anos, meu corpo e minha cabeça viajaram do mundo da pedra lascada e da madeira – monjolo, pi¬lão, lamparina – até o mundo dos computadores e da internet.
Os animais e plantas também mudam, mas tão devagar que não percebemos. Estão prontos. Abelhas, vespas, cobras, formigas, pássaros, aranhas são o que são e fazem o que fazem há milhões de anos. Porque estão prontos, não precisam pensar e não podem ser educados. Sua programação, o tal de DNA, já nasce pronta. Seus corpos já nascem sabendo o que precisam saber para viver.
Conosco aconteceu diferente. Parece que, ao nos criar, o Criador cometeu um erro (ou nos pregou uma peça!): deu-nos um DNA incompleto. E porque nosso DNA é incompleto somos condenados a pensar. Pensar para quê? Para inventar a vida! É por isso, porque nosso DNA é incompleto, que inventamos poesia, culinária, música, ciência, arquitetura, jardins, religiões, esses mundos a que se dá o nome de cultura.
Pra isso existem os educadores: para cumprir o dito do Riobaldo… Uma escola é um caldeirão de bruxas que o educador vai mexendo para “desigualizar” as pessoas e fazer outros mundos nascerem…

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Rubem Alves – Educador e escritor rubem_alves@uol.com.br

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